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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Delírio...


 Algo doce ,terno e louco invade
minha alma
meu corpo...meu ser inteiro
Uma felicidade sem fim
chamada amor...prazer
Ouço uma melodia ao ouvir tua voz
O vento traz o riso que sempre quero ouvir
O desejo,o sonho, você
Onde mesmo que dormindo
Sentes desejos por mim
Tuas mãos seguram meu corpo
respiras...ofegante
Me elevas aos céus....
Um perfume me embriaga
Num desejo de pura loucura...
Cavalgamos misteriosamente
Sem raciocínio ,desejos expostos
Corpos nus...quentes em desatino
Arrepios na pele,sorriso safados
Doce sabor ao percorrer nosso corpo inteiro
seu olhar de desejo grita por mais...
Então percebo que você existe
e sonhas comigo o mesmo sonho
E no grande espelho a nossa frente
percebemos que tudo é realidade...
E recomeçamos  novamente...
...entrelaçamos nosso corpos
e entre sussurros delirantes...
nossas almas se encontram....


veraportella

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Presente da amiga Aninha...

Acabo de receber da Ana do blog  "Memorias de um Grande Amor"
esse tão simpático selo...agradeço com carinho.

 Devo oferecer o mesmo a mais 15 blogs  ,tarefa difícel quando se conhece  centenas  deles e todos maravilhosos, mas presiso seguir as regrinhas para não interromper e dar continuidade.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

conto poético:ENIGMA



A noite bela e sedutora transforma

o firmamento em um pavilhão azul,

esmaltado por estrelas que encobre-se

vez ou outra como em brancas mortalhas,

nos capulhos de nuvens que deliram

no espaço infinito.

O frio é intenso,caem flocos

de neve quase transparente...

O mistério da natureza recolhida

inânime e profunda.

A melancolia coa na alma

sentimentos intensos,

sentimentos inefáveis,

sentimentos que a linguagem

jamais conseguiria reproduzir,

tão indescritíveis.

Cada folha ,cada filamento

de relva parece gritar,tudo se anima

tudo fala.

O rochedo agita-se,caminha

solta gargalhada,o vendaval ruge em lamento

a cada lufada.

De repente na treva sulcou

uma centelha...

A faísca inoculou-se,tornou-se corpos,

então distinguira-se dois vultos abraçados

cruzando o ambiente iluminado

Dois amantes pareciam destacar

duma certa iluminura,dessas que

passam intactas através dos séculos,

como o amor .

Exuberavam irradiações

deslumbrantes de toda fisionomia.

Era a personificação,

a apoteóse viva do gênio

chamado amor eterno...



veraportella

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Poema da Grande AÍLA SAMPAIO

Tua verdadeira pátria





Eu roubaria o fogo dos deuses
e enfrentaria a fúria de Posseidon
para que tu  cruzasses o mar, 
e, como os teus antepassados,
errasses o caminho das Índias
e pudesses chegar ao meu país. 
Eu aprenderia as artimanhas de Hera
e a sabedoria de Atenas
para que o teu coração navegante
se tornasse o meu porto seguro.

Eu roubaria os feitiços de Circe
e a paciência de Penélope,
para fazer-te ficar em meus braços
como quem volta pra casa.
E te contaria todas as histórias
que Sherazade sabia
para encantar-te com o meu amor,
até que ele te lavasse definitivamente
ao meu corpo - tua verdadeira pátria.
Aíla Sampaio 



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sentindo a vida





A carícia de uma brisa suave
envolve o meu ser ...
acalmar a raiva que ainda me acolhe,
deixando-o aberto a desaparecer.


Percebem como renova minha energia
libertando docemente.


Gosto de me seduzir
para o prazer de sentir a vida,
ouvir meu coração
e embriagada com o sangue que vive nas minhas veias.


Acreditar que tudo pode ser
e que nada pode ser perdido.


ousada,
despreocupado inútil
confiando que nada está perdido



Anna Antón

DIÁFANO





Do céu gotejam melodias imaginárias
puro amor,que nem com lagrimas tristes
se mitiga. O jasmineiro ainda não flori-o,
e seu aroma é saudade.
Os tubérculos sob a terra ainda vivem.
Dia quente, sol no meio,atravessando
as folhas das árvores,clareando-as.
Tempo firme ,mas sombras,silencio,
formas vagando num desvai rio.
Torpor nas almas.
Um vulcão cresse-me dentro da alma,como rendas de mágoas,
coração ferido,dói-me
a sensibilidade cristalizada
deste mais que amor,desta paixão sombria.
Três palavras trêmulas e um beijo apagariam o negror
das suspeitas,a humilhação da censura.
Três palavras e um sopro lento e morno
de um derradeiro alento e claro tempo
de boas promessas aveludando ilusões
dos que põe olhos no céu e esmaecem
nos sonhos...
almas meigas fascinadas por amor...
Genuíno, Diáfano,  Fiel


veraportella

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

conto poético:Carnaval inesquecível!





Com alegria esfuziante,ânimo juvenil
eu e minhas amigas

nos preparávamos para os mais divertidos

quatro dias de folia...

vestidos curtinhos cobertos de pai tê,meias cintilantes,

sapatos prateados e uma bela máscara...

pronto, estávamos prontas para o baile.

Ao chegar ao clube ,estávamos ansiosas

para o toque da banda dar  início

a música...ainda a ouço em meus ouvidos...

era a entrada  da alegria, da euforia total.

Serpentinas e confetes eram lançados

maravilhosamente de um lado ao outro do salão.

O lança perfume enebriava os foliões.

Foi em uma noite assim...linda,

com as marchinhas de carnaval

animando a todos,sorrisos festivos

e muita ingenuidade de sentimentos

que no meio da noite senti tuas mãos tocar em

meus ombros,e lógo segurar-me pela cintura,

não parando de cantar e seguir o trenzinho

alegre de jovens a percorrer o salão.

Brincamos a noite inteira na maior alegria,

foi quando quase ao final do baile...

nos beijamos ardentemente e pedia-me

que tirássemos as máscaras.

Eu estava muito curiosa para ver aquele rosto

pois já gostava dos olhos e estava fascinada pela sua boca.

Mas estava insegura...e se nos decepcionássemos??/

Estava tão bom assim....

Mas  insistiu....e depois de mais um beijo,

lentamente tiramos nossas máscaras...

Foi o momento mais lindo de minha vida.

Nos apaixonamos loucamente...

E hoje ...completamos 30 carnavais juntos.

Só que hoje está tudo diferente....

Perdeu-se a magia ,a poesia do carnaval.

Restou apenas o conceito...
e nosso amor sem fim.